Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

Vídeo poema: Vagalumes

Vagalumes Não sei se mudou o ambiente, ou se modificaram os costumes. Sei que, há muito, nas noites silentes, não vejo mais os vagalumes. Vivência empobrecida, abandonados costumes. Hoje, trago na vista saudade dos vagalumes. Não sei se por acaso a vida das nossas águas, as águas dos nossos riachos também foram alteradas. Água suja, sem vida, rio grande sem cardume. Hoje, trago na vista saudade dos vagalumes. Há quantas noites, não lembro, não ouço o canto de cigarra. Há tempos, não às vejo nem bebo água de jarra. Gole de água limpa, assobio de estridente volume. Hoje, trago na vista saudade dos vagalumes. Artificiais luzes golpeiam a noite, quantas luminosas distrações, brilhos atraentes como doce, o doce engodo das abstrações. Só o tempo e a vida deram aos meus olhos lume. Hoje, trago na vista saudade dos vagalumes.

Últimas postagens

Voando na poesia

A poesia freiriana